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Este microbook é uma resenha crítica da obra:
Disponível para: Leitura online, leitura nos nossos aplicativos móveis para iPhone/Android e envio em PDF/EPUB/MOBI para o Amazon Kindle.
ISBN: 978-65-5609-095-5
Editora: Universo dos Livros
Você já parou para pensar que o seu futuro pode ser decidido em menos tempo do que leva para amarrar os sapatos? Pois é exatamente isso que acontece toda vez que você encontra uma pessoa nova. O cérebro humano é uma máquina de julgamento instantâneo que não descansa. Em apenas dois segundos, o outro já formou uma opinião sobre você, decidindo se você é alguém confiável, atraente ou perigoso. Pode parecer injusto, mas é a nossa biologia de sobrevivência falando mais alto.
Este microbook vai mostrar como você pode assumir o controle total desses primeiros momentos para criar o que Nicholas Boothman chama de viés do sim. Quando alguém gosta de você logo de cara, essa pessoa passa a enxergar o seu melhor lado e busca motivos para concordar com o que você diz. Imagine o poder disso em uma entrevista de emprego, em um primeiro encontro ou até ao pedir um desconto em uma loja.
A conexão entre seres humanos é a base de tudo o que conquistamos. Se você tem bons relacionamentos, você vive mais, tem menos doenças e atinge o sucesso profissional com muito mais facilidade. O mundo digital tentou substituir o olho no olho, mas nada supera a energia de um contato presencial bem feito.
O grande segredo que vamos explorar aqui não tem nada a ver com fingir ser outra pessoa, mas sim com aprender a técnica para ser a sua versão mais amigável e acessível de forma natural. Ao longo das próximas páginas, você vai descobrir que o carisma não é um dom de nascimento, mas uma habilidade que qualquer um pode treinar. Você vai entender como usar o seu corpo, a sua voz e as suas palavras para gerar uma sintonia imediata.
O objetivo é fazer com que a outra pessoa se sinta confortável e segura ao seu lado quase que instantaneamente. Quando você aprende a abrir as portas certas nos primeiros 90 segundos, o restante da conversa flui como água.
Prepare a sua mente para mudar a forma como você entra em uma sala ou inicia um bate-papo no elevador. O que está em jogo aqui é a sua capacidade de transformar desconhecidos em aliados e oportunidades em realidade. Vamos deixar de lado as teorias complicadas e focar na prática direta que traz resultados reais.
Se você quer que as pessoas queiram estar perto de você e apoiar as suas ideias, este microbook é o seu ponto de partida. A partir de agora, cada aperto de mão e cada olhar terão um propósito claro. Você vai aprender a ler os sinais que os outros enviam e a ajustar o seu próprio ritmo para entrar em harmonia com quem está na sua frente. Esse conhecimento funciona como uma chave mestra para a vida social e profissional, permitindo que você navegue por qualquer situação com confiança e leveza.
Para dominar a arte da conexão rápida, você precisa entender que o corpo fala antes da boca. Nicholas Boothman sugere um processo de cinco passos que ele chama de programa de boas-vindas.
O primeiro passo é abrir o seu coração e a sua atitude. Se você chega em um lugar com os braços cruzados ou escondendo as mãos, o cérebro da outra pessoa entende isso como um sinal de defesa ou desinteresse. Em vez disso, mantenha o corpo voltado para o interlocutor e mostre que você está disponível.
O segundo passo é o contato visual. Seja o primeiro a olhar nos olhos. Isso transmite confiança e honestidade.
O terceiro passo é o sorriso. Um sorriso sincero desarma qualquer resistência inicial e sinaliza que você é uma pessoa segura e agradável.
Depois disso, vem o "Oi!" Fale o seu nome de forma clara e calorosa.
Por fim, o quinto passo é o ato de se inclinar levemente para frente. Esse movimento sutil mostra que você está realmente interessado no que o outro tem a dizer. É um convite para a proximidade.
Pense no exemplo da rede de hotéis Ritz-Carlton. Eles treinam os funcionários para que cada encontro com um hóspede comece com um cumprimento caloroso e o uso do nome da pessoa. Eles fazem isso porque sabem que a primeira impressão dita o tom de toda a estadia. Se o hóspede se sente bem-vindo nos primeiros segundos, ele vai perdoar pequenas falhas que possam acontecer depois.
Você pode aplicar isso hoje mesmo. Quando for atender uma ligação ou entrar em uma reunião, faça o exercício de sorrir antes mesmo de falar a primeira palavra. A sua voz vai carregar essa energia positiva.
O aperto de mão também é uma ferramenta poderosa de transmissão de energia. Ele deve ser firme, mas sem esmagar os dedos do outro. Um aperto de mão muito frouxo passa uma ideia de falta de energia ou insegurança, enquanto um muito forte pode parecer agressivo. O segredo é encontrar o equilíbrio e manter o contato visual durante o gesto.
Lembre que o seu objetivo é criar afinidade, e a afinidade nasce quando o outro sente que você é parecido com ele em algum nível. As pessoas socialmente ativas não esperam que os outros tomem a iniciativa. Elas assumem o comando da situação com suavidade.
Ser amável não tem nada a ver com ser a pessoa mais bonita da sala, mas com a forma como você faz as pessoas se sentirem quando estão perto de você. Se você foca em transmitir uma atitude de curiosidade e entusiasmo, as pessoas naturalmente vão querer se conectar com você.
Tente aplicar os cinco passos do programa de boas-vindas na próxima vez que pedir um café ou encontrar um colega no corredor. Observe como a reação deles muda quando você se mostra aberto e interessado desde o primeiro milésimo de segundo. A prática constante vai transformar esses movimentos em algo automático.
Você já reparou como amigos próximos costumam se sentar da mesma forma ou usar gestos parecidos durante uma conversa? Isso se chama sincronia e acontece de forma automática quando gostamos de alguém. Nicholas Boothman ensina que você pode usar essa técnica de forma consciente para criar afinidade planejada.
A ideia não é imitar a pessoa como um macaco, o que seria estranho, mas sim espelhar sutilmente a postura, o ritmo da respiração e o tom de voz do outro. Se a pessoa com quem você fala está relaxada e fala devagar, e você chega agitado e falando rápido demais, vai haver um choque de energias. O cérebro dela vai registrar um desconforto imediato.
Para evitar isso, se adapte ao ritmo dela. Se ela inclina a cabeça para o lado, espere alguns segundos e faça o mesmo. Esse comportamento sinaliza ao inconsciente do outro que você é alguém confiável e semelhante. É o que grandes negociadores fazem para fechar acordos difíceis. Eles entram no mundo da outra pessoa antes de tentar trazer a pessoa para o mundo deles.
A regra dos três Vs da comunicação é fundamental aqui: 55% da mensagem que você passa é visual, 38% é vocal e apenas 7% são as palavras que você escolhe. Isso significa que a sua postura e o seu tom de voz importam muito mais do que o seu roteiro decorado. Se você diz que está feliz em conhecer alguém, mas está com a cara fechada e a voz monótona, a pessoa vai acreditar no seu corpo, não na sua fala. A congruência é a chave para a credibilidade.
Pense em como os melhores vendedores de lojas de luxo, como a Apple, agem. Eles não tentam empurrar um produto logo de cara. Eles se aproximam, observam o ritmo do cliente, adotam uma postura parecida e começam a falar na mesma velocidade. Isso cria um ambiente de segurança onde o cliente se sente compreendido. Você pode replicar isso em qualquer situação social.
Use a sua imaginação para alimentar a sua mente com imagens positivas antes de um encontro importante. A imaginação controla a atitude, e a atitude controla o corpo. Se você imagina que a conversa vai ser ótima, o seu corpo vai refletir entusiasmo de forma natural.
Evite atitudes inúteis como a impaciência ou o tédio, pois elas criam barreiras invisíveis que ninguém consegue atravessar. Em vez disso, escolha ser curioso. A curiosidade é a atitude mais magnética que existe, porque ela tira o foco de você e o coloca totalmente na outra pessoa.
Teste essa abordagem nas próximas 24 horas: em toda interação, tente identificar um gesto ou um ritmo da outra pessoa que você possa adotar sutilmente. Você vai perceber que as conversas vão durar mais e as pessoas vão parecer mais abertas às suas sugestões.
Para levar a conexão a um nível profundo, você precisa descobrir como a outra pessoa processa o mundo. Nicholas Boothman explica que todos nós temos um sentido predominante: visual, auditivo ou cinestésico.
As pessoas visuais pensam em imagens, falam rápido e costumam usar frases como "eu vejo o que você quer dizer". Elas dão muita importância à aparência das coisas.
Já os auditivos são focados nos sons e nas palavras. Eles falam de forma mais ritmada e usam expressões como "isso soa bem para mim".
Os cinestésicos são as pessoas do toque e dos sentimentos. Eles costumam falar mais devagar, fazendo pausas para sentir o que estão dizendo, e usam frases como "eu sinto que isso vai dar certo".
Se você identificar o canal preferido de alguém e ajustar a sua linguagem para combinar com ele, a comunicação vira mágica. É como se você estivesse falando a língua nativa daquela pessoa.
Para descobrir qual é o canal de alguém, preste atenção nas palavras que ela usa e no movimento dos olhos. Visuais olham para cima quando buscam informações, auditivos olham para os lados e cinestésicos tendem a olhar para baixo.
Além dessa sintonia sensorial, você precisa dominar o motor das conversas: as perguntas abertas. Perguntas que começam com quem, o quê, onde, quando, por que ou como exigem que a pessoa se abra e conte uma história. Isso gera o que o autor chama de informações gratuitas. Enquanto a pessoa fala, ela te dá pistas sobre os interesses e valores dela. A sua função é praticar a escuta ativa, dando feedbacks constantes com acenos de cabeça e pequenos sons de concordância. Isso mostra que você está 100% presente.
Falar em cores também ajuda muito. Em vez de dizer que o seu trabalho é legal, descreva uma situação vibrante e cheia de detalhes que faça o outro visualizar a cena. Isso torna você uma pessoa memorável.
Um exemplo clássico é a forma como a Disney treina seus funcionários. Eles não são apenas funcionários de limpeza ou atendentes. Eles são contadores de histórias que usam todos os sentidos para criar uma experiência mágica para os visitantes. Eles entendem que cada pessoa que entra no parque tem uma preferência sensorial diferente e estão prontos para atender a todas.
Você pode aplicar isso hoje mesmo sendo proativo. Na sua próxima reunião, em vez de apenas ouvir, tente identificar se o seu chefe é mais visual ou auditivo pelas palavras que ele usa e responda na mesma frequência.
Lembre que no mundo das conexões não existe rejeição, apenas seleção. Se alguém não retribui o seu esforço, não leve para o lado pessoal. Apenas ajuste a sua atitude e siga para a próxima oportunidade. Com a prática diária, essas técnicas deixam de ser um esforço e viram parte de quem você é.
A grande lição de Nicholas Boothman é que o sucesso em qualquer área da vida depende da sua habilidade de se conectar com o coração e a mente das pessoas de forma rápida e ética. Ao dominar a regra dos 90 segundos, você deixa de ser refém das circunstâncias sociais e passa a ser o responsável pelas suas próprias oportunidades.
A combinação de uma atitude aberta, a sincronia corporal e o ajuste aos canais sensoriais cria uma ponte de confiança que poucas pessoas conseguem construir sozinhas. A prática constante transforma esses passos em um comportamento instintivo, permitindo que você navegue por qualquer ambiente com carisma e segurança.
Para aprofundar ainda mais a sua capacidade de influenciar e entender as pessoas, recomendamos o microbook "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas", de Dale Carnegie. Ele é o complemento perfeito para este conteúdo, pois foca nos princípios fundamentais da psicologia humana que mantêm as conexões vivas a longo prazo, após os primeiros 90 segundos de brilho inicial. Confira no 12min!
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Nicholas Boothman é um autor e orador inglês. Seu livro mais popular é como fazer com que as pessoas gostem de você em 90 segundos ou menos. Seus outros livros incluem Como fazer alguém se apaixonar por você em 90 minutos ou menos e como se conectar nos negócios em 90 segundos ou menos. Em 2010, ele escreveu seu último livro intitulado Convencê-los em 90 segundos ou menos: faça conexões instantâneas que paguem nos negócios e na vida. Em 1982, a Boo... (Leia mais)
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